A digitalização deste processo inclui:
1. Identificação digital de eventos tecnológicos (incidentes) com intervenção humana:
Com o auxílio das ferramentas mencionadas acima, o processo de fornecimento de informações é acelerado significativamente.
2. Consolidação de dados e geração de relatórios sem intervenção humana:
- registro por meio de câmeras de vídeo (sistema de vídeo analítico);
Processamento em tempo real e reconhecimento de condições (ações) perigosas do pessoal, com o envio de sinais tanto para a interface de trabalho quanto para o dispositivo móvel vestível.
Trata-se de uma simbiose complexa entre o processo de trabalho e a tecnologia digital, implicando na digitalização total do processo laboral. Inclui a criação de mapas digitais do processo (gêmeo digital) e a aplicação de tecnologias de aprendizado de máquina.
3. Manutenção de um banco de dados digital de ações corretivas e preventivas para eventos tecnológicos (níveis 1, 2, 3).
4. Sistemas de treinamento (tecnologias de VR para a execução de trabalhos de alto risco);
5. Controle de zona de perigo "Invasão de zona de risco". Com este sistema, é possível visualizar todo o local na tela e monitorar a presença do trabalhador na zona de perigo através da câmera.
6. Controle de velocidade e direção, permitindo registrar a velocidade de deslocamento de veículos no território da empresa.
7. Detectores de fogo, fumaça e vapor nas áreas monitoradas por câmeras.
Atualmente, é comum a abordagem em que os dados são coletados com um atraso significativo para a tomada de decisão e processamento.
No entanto, muitas empresas dispostas a padronizar e digitalizar em alto nível o processo de produção e, ao mesmo tempo, o comportamento laboral do pessoal, já iniciaram a digitalização dos processos.