Por que precisamos trocar experiências? Somos todos diferentes e parecidos ao mesmo tempo! Todos temos experiências distintas e um caminho interessante pela frente. Muitas vezes, não precisamos apenas de um caso profissional e da análise de nossos problemas, mas também de um apoio simples em nossa jornada, que é bastante difícil e específica, rumo à segurança.
Quais problemas um especialista em segurança do trabalho pode enfrentar?
Burnout e a vontade de desistir de tudo. Faça uma pausa. Não olhe para os colegas que estão entusiasmados com a profissão, ideias e projetos. Apenas descanse e pense no que lhe traz o máximo de prazer no trabalho. E sim, pode ser apenas o dinheiro ou um café delicioso na cafeteria em frente ao escritório. Permita-se focar nas pequenas alegrias, em vez de ideias mirabolantes. Fazer os "cinco porquês" para si mesmo durante essas pausas muitas vezes salva e abre novos caminhos interessantes para o desenvolvimento. E não hesite em pedir ajuda!
Multitarefa excessiva. Sim, exige-se que o especialista em HSE moderno seja produtor de projetos, arquiteto de produtos educacionais, analista de dados, coach, designer, e a lista continua infinitamente. E isso pode até dar prazer! No entanto, essa multitarefa leva à perda de foco. Lidar com processos desnecessários impede a concentração nas tarefas importantes e o descarte do que é supérfluo. Divida seu tempo. Se você quer ser versátil — estabeleça prazos para um ou dois projetos e coloque todos os adicionais em uma lista de tarefas para execução posterior.
Plano de carreira: para frente ou para cima? Na maioria das empresas, o cargo de especialista em segurança do trabalho representa uma espécie de teto na carreira. Mas como encarar isso? Nem sempre o desenvolvimento "para cima" traz a satisfação devida ao especialista. Muito mais importantes são as habilidades sólidas que desenvolvemos ao implementar projetos que melhoram as condições de trabalho. Aumentar a expertise costuma trazer mais satisfação (inclusive financeira) do que subir na hierarquia.
"Sempre trabalhamos assim e nunca houve um acidente". Ou a frase mais desmotivadora para um especialista em HSE. O trabalho com riscos e sua avaliação é associado por muitos ao trabalho de uma cartomante de tarô. E nenhuma estatística provará o contrário se o funcionário estiver acostumado a uma forma insegura de realizar o trabalho. Infelizmente, aqui é necessária uma conscientização madura de que em qualquer trabalho existem dificuldades. Nossa tarefa é lidar com esses desafios e encontrar uma abordagem. Que às vezes não seja uma abordagem de conscientização de riscos, mas obrigatoriamente impositiva. E, nesses casos, o networking e o apoio mútuo ajudam muito.
Não consigo inventar nada. Ou "todas as inovações já foram inventadas e implementadas". Mas por que você precisa inventar algo? Aproveite o que já existe! Você tem a oportunidade única de pegar um produto pronto, testado em outra empresa, e implementá-lo em seus processos. Sistemas de sinalização, questionários de feedback, chats com funcionários — você não precisa patentear invenções. Basta implementar o processo e aproveitar os resultados. Segurança não é uma competição. É um estilo de vida! Então, por que não seguir o exemplo daqueles cuja visão desse estilo de vida ressoa com a sua.
O que há de mais valioso em todos nós é que tornamos este mundo mais seguro! É um caminho difícil, cheio de reviravoltas inesperadas e cenários imprevisíveis. Mas este caminho nos leva ao objetivo comum de segurança para todos! E para não se perder nessa jornada, é possível e necessário percorrê-la contando com a experiência e o apoio dos colegas de profissão!
Segurança para todos!