Uma antiga ferramenta de segurança do trabalho com novas nuances
Conversar de forma confiável com o pessoal de linha e os operários, conhecer os problemas de segurança do trabalho e entender a realidade da oficina — esses são os objetivos que cada gestor deve estabelecer para si mesmo.
A inspeção de linha, ou caminhada do líder, como a chamamos, difere das inspeções planejadas por ser baseada na confiança. Nosso objetivo não é punir por violações, mas sim construir um diálogo com os colaboradores, identificar os problemas que preocupam as pessoas e resolvê-los.
Durante a inspeção, o foco está na identificação de riscos que levam a situações perigosas, na avaliação da eficácia de diversas ferramentas e na oportunidade de verificar o andamento das manutenções e do processo produtivo. Para os colaboradores da unidade, esta é uma oportunidade de fazer qualquer pergunta "aqui e agora": desde a modernização de equipamentos e o fornecimento de EPIs, até a organização do trabalho e questões cotidianas. Para o gestor, é uma forma de estabelecer comunicação e obter feedback direto: ninguém conhece melhor os problemas que surgem na produção do que o próprio trabalhador. Frequentemente, os funcionários podem sugerir as melhores formas de eliminá-los.
Também podem ser realizadas inspeções de linha temáticas, por exemplo, hoje identificamos riscos de quedas e tropeços. Conversamos com as pessoas e também destacamos os pontos positivos. Os resultados da visita à oficina serão registrados no portal de HSE e segurança industrial. Após a classificação por categoria de perigo, os riscos serão eliminados.
Nossa empresa já envolveu ativamente na prática de inspeções de linha todos os colaboradores que possuem subordinados. Afinal, um líder não é apenas o diretor geral, mas um gestor de qualquer nível: ao realizar inspeções de linha e identificar problemas com a ajuda dos trabalhadores, ele poderá organizar a produção de forma mais eficiente.