Trabalho em Altura

Trabalho em Altura

15 novembro 2023 🇷🇺 Original: русский 1 min de leitura

O trabalho em altura é realizado em qualquer empresa – substituição de lâmpadas, instalação de cabos, montagem de dispositivos de sistemas de alarme de incêndio e câmeras de videomonitoramento, entre muitos outros.

Como profissionais de segurança, precisamos encontrar a solução ideal – como realizar esses trabalhos, o que utilizar, como resgatar pessoas e como tornar o trabalho o mais confortável possível (dentro do praticável), considerando também os investimentos financeiros. Estas soluções devem ser modernas e padronizadas para atividades semelhantes.

É necessária uma avaliação de riscos com a possível eliminação do trabalho em altura, além de consultar especialistas técnicos para orientações, por exemplo, sobre linhas de vida e escolha de equipamentos de proteção contra quedas.

O desafio mais importante é convencer tanto os colaboradores inexperientes quanto os veteranos não apenas a utilizar EPIs desconfortáveis, inspecioná-los antes de cada uso e cuidar do seu estado para prolongar sua vida útil, mas também a permanecerem constantemente conectados a um ponto de ancoragem durante a execução das atividades.

Além disso, há os prestadores de serviços, muitos dos quais aprendem a cultura de segurança apenas em suas unidades – a assinatura da permissão de trabalho, a declaração de experiência, recomendações, treinamentos obrigatórios e a posse de equipamentos de proteção não garantem, por si só, a segurança.

Colaboradores próprios e terceirizados servem de exemplo uns para os outros; se esse exemplo será positivo ou negativo, dependerá da organização do trabalho, do nível de planejamento, da cultura vigente na empresa e dos mecanismos de controle em caso de violações.

Muitos acreditam que, se não caíram em 10 anos, não cairão agora, embora saibam que, se uma queda ocorrer, as consequências podem ser fatais.

Treinamentos em centros especializados, formalização de estágios, avaliações de conhecimento e exames médicos, controle e inspeção de escadas, instruções detalhadas e ordens de serviço – tudo isso faz parte do programa obrigatório. No entanto, é fundamental encontrar soluções práticas para o trabalho, apresentá-las corretamente, manter o controle e reagir a desvios sempre que necessário.

Principais soluções em nossa empresa:

  • Locação diária de plataformas elevatórias com guarda-corpos e pontos de ancoragem, utilizando talabarte retrátil com absorvedor de energia compatível com diversos fatores de queda (alternativa: empilhadeira com cesto suspenso com guarda-corpo e parafusos de ajuste, utilizada em casos raros)
  • Uso de capacete de segurança com catraca, cinturão de segurança de 4 pontos ajustável e armazenamento de todos os kits em um armário específico (onde também se encontram o mapa tecnológico das atividades, o plano de emergência para resgate em altura e o guia de inspeção baseado no manual de operação)
  • Disponibilidade de kits de reserva de equipamentos de proteção contra quedas para prestadores de serviços, caso apresentem EPIs inadequados
  • Inclusão de sanções contratuais para prestadores de serviços no anexo de requisitos de segurança do trabalho por violações em atividades em altura
  • Subida vertical em escadas com mais de 4 metros utilizando linha de vida (tipo retrátil)
  • Registro de todos os cinturões e talabartes em formulários, com inspeção mensal e certificação anual por pessoa competente externa, realizando o descarte quando necessário
  • Inclusão do trabalho em altura na lista de atividades de alto risco sujeitas a Permissão de Trabalho (PT)
  • Vídeos de treinamento sobre a execução segura de trabalhos em nossa unidade
  • Disponibilidade de barreiras móveis, fitas de sinalização e uso de escadas com corrimãos, guarda-corpos e plataformas confortáveis
  • Avaliação mensal da execução dos trabalhos e registro de exemplos de comportamento inseguro para estatísticas, com interrupção imediata das atividades e emissão de notificações, enfatizando se a violação é primária ou reincidente, e aplicação de medidas administrativas
  • Inclusão de violações em trabalhos em altura na lista de faltas graves e, consequentemente, nos KPIs de segurança dos departamentos

Na comunicação com a equipe, construímos um diálogo baseado no bom senso, no tratamento humanizado e no respeito. Não hesitamos em admitir que o cinturão pode ser desconfortável ou quente, mas reforçamos que, sem ele e sem o talabarte, qualquer "acrobacia" em meios de acesso pode ter consequências graves. Segurança acima de tudo!

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