Tradicionalmente, a função de HSE é vista como controle e supervisão: os especialistas redigem regulamentos, realizam inspeções e investigam incidentes. No entanto, como observa Alexander Ekimov, Diretor de Segurança e Saúde Ocupacional da PAO "T Plus", mesmo o sistema de segurança mais perfeito não funcionará se os funcionários não souberem dele. Em sua apresentação, o palestrante analisa por que a formação de uma marca interna de RH no campo da segurança do trabalho (marca HSE) está se tornando fundamental para as empresas modernas.
O problema de muitas empresas é que uma enorme quantidade de trabalho de segurança permanece invisível para o pessoal. Os funcionários só começam a acreditar na HSE quando podem "vê-la e tocá-la" — através de uma visualização clara das áreas de risco, roupas de trabalho de alta qualidade e confortáveis, bem como comunicações regulares e informais.
Em vez de ações isoladas, o palestrante sugere a implementação de um plano anual de campanhas de comunicação. Isso permite trabalhar de forma sistêmica e focada com vários riscos.
Essa abordagem garante uma presença de informação constante, mas discreta, do tema de segurança na vida de cada funcionário.
A apresentação examina detalhadamente a experiência do uso de formatos não padronizados para o engajamento do pessoal. Os briefings clássicos muitas vezes se transformam em uma leitura formal do papel. Para mudar isso, é necessário usar métodos interativos e memoráveis.
Muitas empresas declaram a segurança como um de seus valores fundamentais. No entanto, para que esse valor funcione, ele deve ser decomposto ao nível de regras específicas.
O palestrante mostra com um exemplo como essa cadeia é construída: da política geral de HSE às "regras de ouro" (por exemplo, para trabalhar em altura ou usar EPIs). É importante que essas regras sejam adaptadas tanto para o pessoal de produção quanto para o de escritório. Por exemplo, o risco de cair de uma altura é relevante não apenas para os instaladores, mas também para os funcionários de escritório que usam cadeiras em vez de escadas.
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