Supervisão de HSE: uma ferramenta essencial para organizar o controle sistêmico

Caso
11 dezembro 2023 🇷🇺 Idioma original: русский

Contexto: por que o controle de contratados se tornou um desafio

A gestão de empresas contratadas permaneceu por muito tempo como um ponto cego para muitas organizações. Os trabalhos eram terceirizados e, com eles, parecia ir também a responsabilidade. No entanto, as estatísticas são implacáveis: na construção e em projetos de investimento, os contratados são responsáveis por cerca de 70% dos acidentes. No Grupo NLMK, onde dezenas de milhares de contratados trabalham em todo o mundo, surgiu a necessidade de mudar radicalmente a abordagem de controle. Anton Panin, gerente de projetos do Grupo NLMK, analisa como a ferramenta de supervisão ajudou a construir um trabalho sistêmico com os contratados em um cenário de escassez de recursos próprios.

Da falta de recursos ao controle sistêmico

Em 2019, a situação exigia ações decisivas: a ambiciosa meta de reduzir o índice LTIFR para 0,5 até 2022 parecia difícil de alcançar. O problema residia na ausência de um trabalho proativo com os precursores de acidentes — atos e condições inseguras. Em um ano, menos de mil dessas violações foram registradas em todo o grupo de empresas. Não havia o que analisar, e os recursos próprios não eram suficientes para um controle em larga escala.

A solução foi atrair auditores externos — supervisores. O palestrante mostra, por meio de um exemplo, que a supervisão não é apenas fiscalização, mas uma ferramenta abrangente. Exigia-se dos supervisores um controle sistêmico: inspeções direcionadas nos locais de trabalho, auditoria de documentação (planos de execução de obras, permissões de trabalho), coleta de estatísticas e análises. Mas não menos importante era o papel deles como mentores. Os supervisores deviam treinar os trabalhadores, conduzir diálogos de segurança, participar de rondas de rotina e auxiliar na comunicação com o cliente.

Especificidades do controle: supervisão geral e fiscalização técnica

A apresentação detalha a abordagem de dividir a supervisão em duas áreas. A supervisão geral garantia o controle sistêmico no local, atuando como um elo entre o cliente e o contratado. O supervisor, nesse papel, não é um inspetor, mas um educador que ajuda a estruturar os processos corretamente.

A segunda área é a fiscalização técnica, focada em trabalhos específicos e de alto risco, principalmente trabalhos em altura. Especialistas com profundas competências controlavam a montagem de andaimes, a emissão correta de permissões de trabalho e o próprio processo de execução de trabalhos em altura.

Resultados da implementação: de 1.000 a 40.000 riscos identificados

O efeito da implementação da supervisão foi impressionante. Até o final de 2023, o número de atos e condições inseguras registrados saltou de menos de 1.000 para 40.000. Não são apenas números, mas dezenas de milhares de prováveis incidentes prevenidos. Graças ao trabalho abrangente, a proporção de violações em trabalhos em altura caiu de 38% para 13%.

Em três anos, os supervisores realizaram mais de 1.000 inspeções direcionadas, identificaram mais de 100.000 violações (98% das quais foram corrigidas), treinaram mais de 10.000 trabalhadores de empresas contratadas e organizaram centenas de reuniões e fóruns sobre HSE. Como resultado, a taxa geral de acidentes entre os contratados caiu quase 60%.

Lições e armadilhas: como escolher o parceiro certo

O palestrante ressalta que o mercado de serviços de supervisão ainda é imaturo. Encontrar especialistas prontos para tarefas específicas é difícil. As principais lições aprendidas pela NLMK:

  • Não economize na qualidade: reduzir as taxas levará à contratação de especialistas incompetentes, trabalhando "por padrão" sem engajamento.
  • KPIs claros: os indicadores de desempenho não devem se resumir ao número de violações identificadas, caso contrário, os supervisores se tornarão inspetores formais. São necessárias métricas proativas.
  • Concorrência: envolver várias empresas de supervisão as estimula a melhorar a qualidade dos serviços e propor novas iniciativas.
  • Comitês de qualidade: reuniões regulares com os líderes das empresas de supervisão ajudam a ajustar o trabalho e discutir áreas de melhoria.

O que você aprenderá neste webinar:

  • Como organizar um controle eficaz de contratados quando há escassez de especialistas próprios em HSE?
  • Qual é a diferença entre supervisão geral e fiscalização técnica, e como combiná-las?
  • Como definir KPIs corretamente para supervisores externos, para que não se tornem inspetores formais?
  • Quais erros são mais frequentemente cometidos ao escolher uma empresa de supervisão e como evitá-los?
  • Como justificar à diretoria os custos de contratação de supervisores externos?
Para membros Pro e VIP
Resumo estruturado com orçamento, prazos, equipe e ferramentas.
Escolher plano

600+ casos e práticas

Explore a biblioteca completa de melhores práticas de segurança industrial

Ir para a biblioteca
Usamos cookies para melhorar sua experiência · Aviso de Cookies

Junte-se aos líderes

14,000+ profissionais · 128+ países

1
Contatos
2
Perfil

Cadastro

Conte-nos sobre você

Campo obrigatório
Campo obrigatório
Insira um email válido
Número inválido

Cadastro

Dados profissionais

Campo obrigatório
Campo obrigatório
Campo obrigatório

Por favor, aceite receber newsletters. Isso melhorará significativamente sua experiência na plataforma.

Cadastro concluído

Enviamos as credenciais de acesso para seu email. Use a senha recebida para fazer login.

Não recebeu o email?
Verifique a pasta de Spam
Já tem conta? Entrar · Esqueceu a senha?

Bem-vindo!

Você entrou com sucesso.

Não tem conta? Cadastro · Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu email para recuperação

Insira um email válido

Link enviado

Um link de redefinição de senha foi enviado para seu email. O link é válido por 1 hora.

Não recebeu o email?
Verifique a pasta de Spam
Lembrou a senha? Entrar · Cadastro