Resumo do artigo anterior
Na minha empresa anterior, eu e minha equipe tivemos a experiência de implementar uma ferramenta de Gestão de Riscos para trabalhos sob o sistema de permissão de trabalho.
A ferramenta consiste em duas partes:
Neste artigo, falarei sobre a segunda parte da ferramenta.
Resumo da metodologia:
- Emissor da permissão de trabalho
- Responsável pela liberação (Autorizador)
- Executante (Encarregado)
Do ponto de vista da segurança, suas responsabilidades são as seguintes:
Emissor: responsável pela abrangência das medidas de segurança na permissão, dependendo da especificidade dos riscos do trabalho;
Responsável pela liberação: responsável pela qualidade da liberação do trabalho para o executante e por garantir que as condições no local correspondam ao que está prescrito na permissão;
Executante: responsável pela liberação da equipe para o trabalho e pelo cumprimento das medidas de segurança pela equipe durante a execução, de acordo com a permissão de trabalho (incluindo a conformidade com Planos de Execução de Obras/Trabalhos e cartas tecnológicas).
- O Responsável pela liberação (unidade/cliente) deve entregar o local de trabalho ao contratado em estado limpo e organizado;
- O Executante, após a conclusão dos trabalhos, é obrigado a devolver o local à unidade/cliente no mesmo estado de limpeza e organização.
Esquematicamente, funciona assim:
Avaliação de eficácia
A abordagem descrita permite construir um ranking transparente de contratados, baseado na segurança real durante a execução de trabalhos sob permissões de trabalho.
Além disso, a criação de um ranking de unidades pela eficácia do sistema de permissão de trabalho permite reduzir o índice de acidentes em trabalhos de manutenção.
Desvantagens
- Custos adicionais com o aplicativo móvel.
- Acesso de contratados ao aplicativo móvel da empresa.
Como qualquer ferramenta, para que seja eficaz, é necessário acreditar nela e contar com o apoio das equipes de produção e da diretoria de HSE.