As mágicas Indicadoras Chave de Performance (KPIs) assertivas na obra. Trocando o espelho retrovisor pelas sondas ativas lideres (Leading). Grana atrelada em premiar vigilância sadia estilhaçando o silêncio nocivo pós topadas leves.
Transformação abrangente da cultura de segurança em uma empresa de mineração com mais de 15.000 funcionários. Foi implementado um sistema de KPI proativos, digitalizadas as auditorias comportamentais via aplicativo móvel e unificada a metodologia de gestão de riscos críticos. Realizado o cascateamento de compromissos de liderança da alta gestão até os gestores de linha através de práticas de segurança padronizadas.
Integração de indicadores de segurança (incluindo lesões domésticas) nos KPIs da alta gestão e transformação das auditorias comportamentais de segurança sem metas rígidas. Implementação do sistema "Espaço de Trabalho Seguro" (BRP) e abandono da abordagem punitiva nas inspeções.
Implementação do sistema de curadores e coordenadores para gestão de segurança de contratados. Transferência da responsabilidade de admissão e controle para clientes técnicos e líderes locais, usando checklists e vinculando KPIs a indicadores de segurança.
Implementação de um sistema de motivação e KPIs para gerentes de projeto (clientes) para controlar a segurança de organizações contratadas. A prática inclui a transição de indicadores reativos para proativos, sincronização dos KPIs do cliente e dos supervisores, bem como o envolvimento dos gerentes dos contratados em auditorias regulares.
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Implementação de indicadores proativos de segurança para a transição da gestão reativa para a preventiva. Decomposição de objetivos estratégicos (zero acidentes) para o nível dos gestores de linha através de métricas, como o número de observações realizadas, infrações identificadas e melhorias implementadas.
Implementação de um sistema de gestão de situações potencialmente perigosas (near miss) em uma empresa de manufatura usando formulários de papel. O processo inclui o registro, a eliminação inicial, a comunicação multinível e a motivação da equipe para alcançar zero acidentes.
Integração da estratégia de HSE nos processos de produção por meio da inclusão de indicadores de segurança nos KPIs dos diretores executivos, aplicação da metodologia de investigação de incidentes para analisar o tempo de inatividade dos equipamentos e introdução do direito de interromper trabalhos inseguros. A prática também inclui o escalonamento dos padrões de segurança para empresas contratadas, integrando-as ao sistema corporativo de gestão de riscos.
Desenvolvimento e implementação do indicador integrado "Pulso da Cultura de Segurança", combinando 11 métricas reativas e proativas em uma escala de dez pontos. A prática inclui automação da coleta de dados, envolvimento de gestores por meio de auditorias comportamentais e contabilização de acidentes domésticos para formar uma cultura de segurança proativa.
Transição de inspetores internos de segurança no trabalho para um modelo de supervisão de gestão em locais de projetos remotos. Contratação de supervisores através de agências de emprego privadas, expandindo as suas funções do simples controlo para a gestão de riscos e formação de empreiteiros.
Implementação do modelo unificado de líder em segurança "VZOR" para todos os níveis de gestão. Desenvolvimento de um movimento de voluntários de segurança entre os trabalhadores sem motivação financeira, realização de rondas de liderança e mesas redondas, além do monitoramento da eficácia por meio de dashboards e pesquisas de clima.
Implementação de um KPI proativo composto para gestores, incluindo indicadores de engajamento da equipe e desempenho do sistema de gestão de HSE. A prática abrange a investigação de microlesões, auditorias comportamentais de segurança e propostas de melhoria com a digitalização da coleta de dados.
Transformação do sistema de gestão HSE em uma grande empresa metalúrgica com foco na mudança de comportamento dos funcionários e no desenvolvimento da cultura de segurança. Implementação de ferramentas de registro de microlesões com o abandono do KPI de LTIFR e uso de um mapa de calor digital de riscos para a gestão proativa da segurança nas áreas de produção.